10 tendências para viagens corporativas

Publicado em 9 de julho de 2021

Os impactos da pandemia para o turismo foram os maiores vistos nos últimos tempos. No primeiro ano de crise, os números de cancelamento de viagens chegaram a mais de 90%.

Mas momentos como esse são sinônimos de mudança e fica para trás quem não se movimenta junto com o mercado.  

Para garantir que o futuro seja de sucesso para o turismo e, especialmente, para as viagens corporativas, preparamos uma lista com as principais tendências esperadas nos próximos anos. Confira! 

1 Bleisure 

O termo tem origem das palavras business e laisure (negócios e lazer em inglês), ou seja, é como se fosse uma união entre viagens profissionais a viagens turísticas.

Funciona mais ou menos assim: o colaborador viaja, faz algumas reuniões, cumpre o horário de trabalho e no fim do dia, ou em dias de folga, está liberado para conhecer o destino, sem a preocupação de estar furando um compromisso profissional. 

A viagem fica prolongada, mas melhor. Afinal, o funcionário consegue fazer networking, se divertir e descobrir coisas novas…

Pesquisas sobre o assunto em todo o mundo apontam dados que mostram maior satisfação e produtividade do colaborador nesse modelo de viagem corporativa. Por isso, a aderência ao estilo tende a aumentar. 

2 Tecnologia  

Emitir relatórios, acompanhar o colaborador na viagem via e-mail, administrar gastos por meio de recibos, ficou para trás. Atualmente, a revolução digital, principalmente na crise, nos provou que temos tecnologia o suficiente para tornar todos esses procedimentos mais ágeis e assertivos.  

Por meio das Online Bookings Tools (OBT), por exemplo, é possível acompanhar todos os investimentos, gastos, adquirir passagens, hospedagem, transporte, até avaliar o desempenho de um colaborador na viagem.

Tecnologias como inteligência artificial também passaram a integrar os processos da equipe e tornarem a employee experience e a costumer experience muito melhores.  

3 Força de trabalho distribuída 

Se até antes da pandemia, uma equipe remota não era vista com bons olhos, agora está mais que provado a capacidade dos colaboradores de trabalharem em diferentes ambientes. Fazer uma ação conjunta, com um cliente em cada canto do mundo, não só é possível, como é tendência.  

Graças aos avanços da internet e a modernização das culturas empresariais, uma organização pode arquitetar viagens simultâneas, acompanhar todas ao mesmo tempo, coletar relatórios e análises de cada experiência, sem que isso demande muito tempo.

A vantagem é que cada colaborador pode ir ao destino mais próximo de casa, gerando, inclusive, economia para a organização. 

4 Protocolos de Segurança 

Conviver um ano e meio com uma pandemia transformou nossos hábitos e prioridades. Em uma viagem, os protocolos de higiene passaram a ser essenciais e, no caso das viagens corporativas, garantir que o colaborador faça os exames e não se contamine, é medida de segurança para proteger a saúde e integridade da equipe e dos clientes. 

Então, agora é importante garantir que as regras determinadas pelos órgãos de saúde sejam seguidas à risca pelo colaborador. A tendência é que no futuro essas regras se mantenham, a fim de evitar novas epidemias! 

5 Empoderamento do Viajante 

Cada vez mais cada colaborador fica responsável pelo planejamento e compra da sua própria viagem. Isso só é possível com tecnologia e de acordo com a valorização do funcionário e da sua experiência. 

Dessa forma, cada indivíduo pode organizar sua rotina, horários e garantir que, no período, tenha todos os itens necessários para o seu conforto e preferências. É importante ressaltar também que, para essa tendência funcionar de forma eficiente, é preciso que a organização tenha uma política de viagens corporativas completa e clara, conhecida por todos os membros da equipe. 

6 Viagens low-cost 

Apesar dessa tendência mundial, no Brasil os voos domésticos ainda contam com companhias convencionais, mas é bom se atentar a essas mudanças que estão ganhando espaço, principalmente em momentos de crise. 

Viagens low-cost, como o próprio nome diz (baixo custo em português), são passagens aéreas, vendidas por um preço bem abaixo do mercado. Não quer dizer que são mais arriscadas ou algo do tipo, apenas que são voos objetivos, sem regalias. 

Cada companhia oferece os preços de uma forma. A grande diferença dos voos que estamos acostumados é que nessa alternativa a empresa precisa arcar com valores de check in presencial, bagagem, lanches, etc. Por isso, cabe analisar e colocar na balança o que será realmente necessário e, se nada disso entrar na lista, compensa pagar menos. 

7 Novas garantias 

Esse é um ponto importante! Agora, além da empresa precisar garantir que o funcionário viaje com máscaras, certificado de vacinação ou teste RT-PCR negativo, também é função dos gestores verificar se os clientes estão aptos a receber seus funcionários. 

A tendência vale para viagens a eventos, conferências, treinamentos ou imersões. Vale lembrar de checar as medidas de contenção do hotel e, se possível, fornecer o seguro saúde para o colaborador.  

8 Novos critérios  

Nem todas as viagens são essenciais e, por causa do momento, é preciso evitar contato social. Ao mesmo tempo que o trabalho remoto passou a ser eficiente, as viagens corporativas passarão a ser avaliadas com novos critérios e a atender novos objetivos. 

Algumas tendências são as viagens serem usadas para motivar a criatividade e engajamento do colaborador, para criarem momentos de imersão em uma equipe remota, ou para eventos grandes, com o objetivo de divulgação por networking ou capacitação, algo que não possa acontecer online. 

9 Segurança de Dados 

Em setembro do ano passado entrou em vigor no Brasil a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), que diz respeito a guarda, divulgação e uso de dados, a fim de conter riscos de vazamento de informação. As regras valem para qualquer empresa, de qualquer segmento. 

Para as viagens corporativas, desde então, passou a ser função da empresa que os colaboradores tenham os seus dados protegidos em todos os cadastros relacionados a viagem. Como o segmento frequentemente fornece informações para check-in, inscrições, passagens, é importante estar atento as regras e verificar, com cada fornecedor, suas políticas de proteção de dados. 

10 Sustentabilidade 

A sustentabilidade é um tema cada vez mais em foco e as organizações não podem se isentar da responsabilidade. Mas como fazer viagens corporativas mais sustentáveis? 

Primeiro, opte por parceiros que possuem práticas ecológicas, dê preferência a percursos que agridem menos o meio ambiente e oriente os colabores para que tenham boas práticas no destino. 

Além de tudo isso, vale reforçar que antes de demandar uma viagem, a empresa analise a real necessidade e encontre formas de compensar esse impacto. 

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Estamos sempre nos atualizando para planejar a melhor experiência de viagens corporativas. Conte com nosso time de especialistas em viagem para colocar em prática essas tendências!